Caminho Português de Santiago de Compostela – Informação prática

Caminho Português de Santiago de Compostela

Rota, etapas, distâncias e informações práticas

O Caminho Português de Santiago de Compostela é um percurso pedestre que se inicia em Portugal e que termina na praça do Obradoiro, junto à Catedral do Apóstolo Santiago. A mais comum é aquela que coincide com a antiga Estrada Real e que passa pelo Porto, Barcelos e Valença, atualmente designada como Caminho Central. Esta rota pode começar antes, em Lisboa, ou até mesmo no Algarve. Contudo, devido à falta de sinalização e infraestruturas, a maioria começa o percurso na cidade do Porto.

Existem em Portugal outras rotas, nomeadamente o Caminho da Costa, que começa no Porto e acompanha toda a costa portuguesa passando por Vila do Conde, Póvoa de Varzim, Esposende e Viana do Castelo, até Valença; ou o Caminho do Interior que passa por Viseu, Lamego e Vila Real, e Chaves.

Imagem retirada do website da Associação dos Amigos do Caminho de Santiago de Viana do Castelo (http://www.caminhosantiagoviana.pt/)

Seja qual for o caminho escolhido, é importante ter em conta que, para ter a direito à Compostela, certificado que comprova a peregrinação, precisa de ter caminhado no mínimo 100 km. Por este motivo é que a maior parte das pessoas inicia o seu percurso em Valença ou em Tui, já que estas estão a uma distância de 115 km do destino final.

Neste artigo vou focar-me no Caminho Central, uma vez que foi esse que fiz. Eu comecei o Caminho em Braga, na minha cidade. Apesar de Braga não fazer parte do Caminho Central, há uma rota que liga a cidade de Braga a Ponte de Lima e esta sim, já faz parte do Caminho Central. Deste modo, não comecei no Porto, como a maior parte das pessoas.

Aqui vou apresentar as várias etapas que fiz bem como os alojamentos onde fiquei.

No total foram 9 dias de caminhada, perfazendo um total de 205 km (média de 22,7 km por dia)

É importante referir que fiz este percurso em maio de 2021, altura em que a pandemia não estava totalmente ultrapassada. Por este motivo todos os albergues públicos estavam fechados (com a exceção de Pontevedra) e, portanto, recorri sempre a albergues ou hostéis privados.

ETAPA 1: BRAGA – PONTE DE LIMA (36 KM)

Etapa 1 – Ponte Medieval de Ponte de Lima

Esta foi a etapa mais longa que fiz e também a mais cansativa. Foi o pior dia de toda a peregrinação, não só por ter sido o dia em que fiz mais quilómetros, mas também por ser o primeiro e por isso estar menos habituada. Esta etapa liga a cidade de Braga à vila de Ponte de Lima, passando pela ponte de Prado, Moure, Portela das Cabras e Goães. Cruza várias vezes a N-201, mas dá sempre preferência a vias suplementares. Tem uma elevação máxima de 200 metros, não sendo por isso uma etapa dura em termos de subidas. 

Etapa 1:

  • Km 0 Braga (Todos os serviços)
  • Km 5 Merelim (Cafés e Restaurante)
  • Km 7 Vila de Prado (Farmácia e Restaurante)
  • Km 14 Moure
  • Km 16 Portela das Cabras (Café)
  • Km 19 Goães (Café, Padaria e Minimercado)
  • Km 36 Ponte de Lima (Todos os serviços)

 

Pontos de interesse:

  • Ponte do Porto
  • Torre Medieval de Penegate
  • Ponte Pedrinha
  • Centro Histórico de Ponte de Lima

 

Alojamento:

Fiquei na Residencial Senhora da Luz, e paguei 15,00€ por um quarto privado, com casa de banho, e pequeno-almoço incluído. As condições eram boas, o quarto tinha varanda e água quente, mas a residencial fica um pouco afastado da rota e da própria vila de Ponte de Lima. Na altura, não tive outra hipótese uma vez que o Albergue de Peregrinos de Ponte de Lima e a Pousada da Juventude estavam fechados.

Caso ache que esta etapa é demasiado longa, existe a possibilidade de pernoitar em Goães, no Albergue de Peregrinos de S. Pedro de Goães.

Curiosidade: Ponte de Lima é a vila mais antiga de Portugal, com a carta foral concedida pela Rainha D. Teresa no ano de 1125.

ETAPA 2: PONTE DE LIMA – RUBIÃES (19 KM)
 

Etapa 2 – Serra da Labruja

Esta etapa inicia-se na vila de Ponte de Lima e segue até à povoação de Rubiães, em Paredes de Coura. É uma das etapas mais duras uma vez que atravessa a serra da Labruja. Entre o km 5 e o km 14, subirá cerca de 400 metros, em altitude, até ao cimo da serra. O ideal é começar esta etapa bem cedo, para evitar subir a serra na hora de maior calor. No cimo da Labruja existe um tanque com águe fresca, ideal para descansar e refrescar os pés depois de uma subida tão exigente

Etapa 2:

  • Km 0 Ponte de Lima (Todos os serviços)
  • Km 2 Sabadão
  • Km 4 Arcozelo (Cafés)
  • Km 9 Labruja (Café e Minimercado)
  • Km 12 Cruz dos Mortos
  • Km 17 São Roque
  • Km 19 Rubiães (Albergue, Minimercado e Cafés)

Pontos de interesse:

  • Cruz dos Franceses
  • Igreja Românica de Rubiães
  • Ponte Romana

Alojamento:

Fiquei no alojamento local O Ninho, e paguei 15,00€ por um dormitório partilhado, com pequeno-almoço. Foi um dos alojamentos mais bonitos onde fiquei. É uma casa rural, em Pedra, que foi totalmente remodelada. É muito acolhedora. Outras opções seriam a Casa de São Sebastião ou o Albergue de Peregrinos de Rubiães

 
 
 
ETAPA 3: RUBIÃES – TUI (20 km)
 

Etapa 3 – Ponte Ferroviária que separa Portugal de Espanha

Esta etapa liga a pequena povoação de Rubiães à cidade de Tui, atravessando a ponte que separa Portugal de Espanha. É uma etapa relativamente tranquila, sem grandes subidas.

Etapa 3:

  • Km 0 Rubiães (Albergue, Minimercado e Café)
  • Km 1 Ponte do Peorado (Café e Mercado)
  • Km 4 São Bento da Porta Aberta (Café)
  • Km 8 Fontoura (Café)
  • Km 18 Valença (Todos os serviços)

Pontos de interesse:

  • Igreja de S. Bento da Porta Aberta
  • Capela do Senhor dos Aflitos
  • Cidade Fortificada de Valença
  • Catedral de Tui

Alojamento:

Em Tui fiquei no Hostel Ideias Pelegrinas, onde paguei 14,00€ sem pequeno-almoço. Foi um dos melhores hostels onde pernoitei. Os quartos eram muito bons e as camas confortáveis. Tinha água quente, secador e ainda serviço de lavandaria para lavar (3,00€) e secar roupa (3,50€). O hostel tinha ainda uma loja de souvenirs e um café onde se podia tomar o pequeno-almoço (2,50€). Outras opções incluíam o Albergue Buen Camino (15,00€) ou o Albergue Convento Del Camino (13,00€).

ETAPA 4: TUI – O PORRIÑO (21 KM)
 

Etapa 4 – Caminho Complementar, que substitui o Caminho original, que atravessa uma zona industrial

Esta etapa é relativamente tranquila, sem praticamente nenhuma subida. A partir daqui, na parte espanhola, o trilho é bastante mais acessível do que em Portugal. A partir de Tui, passamos pela Ponte das Febres e mais à frente pela povoação de Orbenlle, antes de chegarmos a O Porriño. Nesta etapa o Caminho original passa por uma zona industrial, ao longo de cerca de 5 km. Por este motivo, fizeram um Caminho Complementar, que atravessa uma floresta, mesmo ao lado da zona industrial. Seguindo as setas amarelas, chegará a um cruzamento com um quadro explicativo onde lhe serão apresentadas as duas rotas – a da zona industrial (5 km) e a da floresta (6 km). Sugiro que tome o percurso pela floresta, pois apesar de ser mais longo, é muito mais bonito e tranquilo.

 

Etapa 4:

  • Km 0 Tui (Todos os serviços)
  • Km 1,5 Cruzeiro de San Telmo
  • Km 3 Ponte das Febres (Café)
  • Km 12 Orbenlle (Cafés)
  • Km 21 O Porriño (Todos os serviços)

Pontos de interesse:

  • Igreja de Santo Domingo
  • Igreja de San Bartolomé
  • Gândaras de Budiño

Alojamento:

Em Porriño fiquei no albergue Senda Sur, por 13,00€ sem pequeno-almoço. Em Espanha praticamente nenhum albergue oferece pequeno-almoço. O hostel era novo por isso estava em boas condições. As camas eram confortáveis e todas tinham cortina. O hostel tinha ainda uma copa com mesas, frigorífico e micro-ondas. Outras sugestões são o Albergue Rincon (13,00€) ou o Albergue Camino Santiago Porriño (13,00€). 

Curiosidade: Na zona da Ponte das Febres morreu com peste, em abril de 1276, o Bispo de Tui, San Telmo, numa peregrinação a Santiago.

 
 
 
ETAPA 5: O PORRIÑO – REDONDELA (16 KM)
 

Etapa 5 – Mos

Esta etapa começa pela estrada N550 numa zona com algum movimento. Passa pela zona de Mos, uma das partes mais bonitas do caminho. Há peregrinos que preferem pernoitar aqui em vez de O Porriño, por ser uma região mais tranquila. Depois de Mos há uma subida exigente (200m) até chegarmos à Capela de Santiaguiño de Antas. Depois o percurso segue pelo pinhal, Chan de Pipas, acompanhado pelo Rio de Vigo. Na chegada a Redondela há uma descida bastante acentuada.

Etapa 5:

  • Km 0 O Porriño (Todos os serviços)
  • Km 5,5 Mos (Albergue, Cafés e Lojas)
  • Km 9 Capela de Santiaguiño de Antas (Cafés)
  • Km 11 Cabaleiros
  • Km 14 O Muro (Café)
  • Km 16 Redondela (Todos os serviços)

 

Pontos de interesse:

  • Casa Consistorial – O Porriño
  • Capilla de las Angustias
  • Palácio de Mos
  • Iglesia de Santa Eulália de Mos
  • Capilla de Santiaguiño de Anta
  • Enseada de Rande

 

Alojamento:

Pernoitei no Albergue A Conserveira onde paguei 13,00€ sem pequeno-almoço. O albergue tinha boas condições – estava equipado com cozinha e máquina de lavar e secar roupa. Outras opções incluem o Albergue Avoa Regina (15,00€) e o Santiago de Villa Vella (15,00€).

 
 
 
ETAPA 6: REDONDELA – PONTEVEDRA (23 KM)
 

Etapa 6 – Antes de chegar a Pontevedra

Esta é uma etapa relativamente fácil, apesar de ter dois montes com um desnível de 150 metros. Atravessa a localidade de Arcade, conhecida pelas suas famosas ostras. Na parte final deste percurso surge novamente a hipótese de tomar um Caminho Complementar, que nos afasta da estrada nacional e nos leva pelo meio da natureza, junto ao rio Tomeza, até chegarmos à cidade de Pontevedra.

Etapa 6:

  • Km 0 Redondela (Todos os serviços)
  • Km 3 Cesantes N-550 (Cafés e Pensão)
  • Km 4 Alto da Lomba
  • Km 6,3 Arcade (Todos os serviços)
  • Km 8 Ponte Sampaio (Cafés e loja)
  • Km 16 O Alcouce
  • Km 23 Pontevedra (Todos os serviços)

Pontos de interesse:

  • Ponte Eiffel
  • Ponte Sampaio
  • Convento de Vilavella
  • Iglesia de Santiago de Redondela

 

Alojamento:

Em Pontevedra pernoitei no Albergue Virxen Peregrina. Este é um albergue público e foi o único aberto que apanhei. Sendo um alojamento público o preço é mais baixo (8,00€) mas as condições são também inferiores. É nos dado apenas um lençol de cama descartável e por isso é necessário ter saco de cama e toalha de banho. Neste caso em particular, achei que o albergue ficava um pouco afastado do centro histórico (15 minutos a pé). Outras opções incluem o Slow Hostel Pontevedra (18,00€) ou o dpaso Urban Hostel (17,00€).

 
 
 
ETAPA 7: PONTEVEDRA – CALDAS DE REIS (23 KM)
 

Etapa 7 – Cascata do rio Barosa

Esta etapa inicia-se na zona histórica de Pontevedra, passando pela Igreja da Virgem Peregrina, cuja planta tem a forma de uma vieira. É um dos marcos mais importantes para os peregrinos que aqui passam. De seguida, atravessamos o rio Lérez pela ponte de O Burgo, deixando assim para trás a cidade de Pontevedra. É obrigatório parar no café Casa Dom Pulpo, onde poderá encontrar o carimbo mais antigo de todo o caminho. Talvez tenha a sorte de se cruzar com o senhor Manolo (e aí perceberá porque é que digo ser uma sorte).

A partir daqui o caminho não apresenta grandes dificuldades e segue sempre pela natureza no concelho de Barro. Existe aqui uma cascata muito bonita, conhecida por Cascada do Rio Barosa, que oferece uma excelente oportunidade para descansar, dar um mergulho e até almoçar. Para lá chegar, basta estar atento ao mapa e fazer um pequeno desvio de cerca de 1 km.

Na entrada de Caldas de Reis, a travessia pela ponte do rio Umia dá-nos as boas vindas à cidade. Não deixe de usufruir as termas de água quente desta região. Se não quiser pagar, existe um pequeno tanque por detrás das termas oficiais, onde a água chega a atingir 40°C. A maioria dos peregrinos encontra-se por aqui ao fim do dia.

 

Etapa 7:

  • Km 0 Pontevedra (Todos os serviços)
  • Km 10,3 San Amaro (Café e albergue)
  • Km 13 Valbón (Café)
  • Km 16,5 La Seca (Café e loja)
  • Km 18 Briallos (Albergue e lojas)
  • Km 21 Tivo (Albergue, café e restaurante)
  • Km 23 Caldas de Reis (Todos os serviços)

 

Pontos de interesse:

  • Santuário da Virgem Peregrina
  • Museu de Pontevedra
  • Centro Histórico de Pontevedra
  • San Martiño de Agudelo
  • Fonte da Xunqueira
  • Cruzeiros de Cantaria
  • Igreja de Santa Maria
  • Águas Termais de Caldas de Reis

 

Alojamento:

Em Caldas de Reis fiquei no Albergue Albor (15,00€ sem pequeno-almoço). Este albergue oferecia boas condições e tinha um pequeno jardim na parte de trás. A dona do albergue é um amor e fez-nos sentir muito bem recebidos. Não poderia deixar de mencionar que foi aqui que conseguimos o carimbo mais bonito de todo o percurso, daqueles feitos de modo tradicional. O pequeno-almoço pode ser pedido no alojamento e tem o custo de 3,00€. Também é possível lavar e secar a roupa.

Outras opções para alojamento em Caldas de Reis incluem a Pensión Alecer (15,00€).

 
 
 
ETAPA 8: CALDAS DE REIS – PADRÓN (19 KM)
 

Etapa 8 – Chegada de Padrón

Esta etapa atravessa dois montes e três rios, mas sem grande dificuldade. Depois dos primeiros 6 km chegamos a O Cruceiro e a partir daqui o caminho faz-se quase sempre a descer, ao longo de um grande planalto que nos levará até Padrón, passando por San Miguel de Valga e Pontecesures.

Padrón é uma localidade muito importante no Caminho. É aqui que fica a Fonte do Carmo, em frente à qual se fez a transladação do corpo de Santiago. Desde que os restos mortais de Santiago Maior foram transportados para Santiago de Compostela, Padrón passou a constituir uma rota de peregrinação desde a Fonte do Carmo até ao sepulcro do Apóstolo. Conta-se ainda que o barco que transportava o apóstolo ficou presa ao antigo “O Pedrón”, que originou mais tarde o nome do concelho Padrón.

 

Etapa 8:

  • Km 0 Caldas de Reis (Todos os serviços)
  • Km 5,5 Santa Maria de Carracedo (Café e farmácia)
  • Km 6 O Cruceiro
  • Km 9 O Pino (Albergue e Café)
  • Km 12 San Miguel de Valga (Café e Loja)
  • Km 15 Infesta-Pontecesures (Albergue e café)
  • Km 16 Pontecesures (Todos os serviços)
  • Km 19 Padrón

 

Pontos de interesse:

  • Vale do Bermaña
  • Pontecesures
  • O Pedrón
  • Igreja Paroquial de Santiago de Padrón
  • Convento do Carmo
  • Santiaguiño do Monte

 

Alojamento:

Em Padrón pernoitei no Albergue Murgadan (14,00€ sem pequeno-almoço). Este albergue é recente pelo que oferece excelentes condições, com camas confortáveis e cortina. Tem também uma copa com micro-ondas, forno e frigorífico. Dispõem de lavandaria com máquina de lavar (3,00€) e secar roupa (3,50€).

Outras opções são o Albergue Rossol (11,00€) ou o Albergue O Pedrón (14,00€).

 
 
 
ETAPA 9: PADRÓN – SANTIAGO DE COMPOSTELA (25 KM)
 

Etapa 9 – Catedral de Santiago de Compostela

E depois de oito dias a caminhar por trilhos milenares chegamos, finalmente, ao derradeiro dia, àquele que nos levará ao nosso destino final, à Catedral de Santiago Maior. É evidente que este dia começa com uma agitação e ansiedade em chegar ao fim. Há quem comece bem cedo, para chegar o mais rapidamente possível à catedral (a tempo da missa do peregrino, que acontece ao 12h), e há quem o faça com calma, desfrutando ao máximo do último dia de uma jornada incrível. Foi este o meu caso.

No início a etapa é relativamente pacífica, mas termina com duas exigentes subidas. O caminho cruza várias aldeias e povoações como Iria Flavia, Tarrio, Escravitude, a Picaraña e por fim Milladoiro, onde poderás avistar a Catedral se o tempo assim o permitir. O percurso segue pelo bosque da Rocha Vella, até entrar então na cidade de Santiago de Compostela onde chegaremos, finalmente, à Praça do Obradoiro.

 

Etapa 9:

  • Km 0 Padrón (Todos os serviços)
  • Km 1 Iria Flavia
  • Km 6 A Escravitude (Café)
  • Km 9 A Picaraña (Café)
  • Km 10 Teo – Faramello (Albergue e café)
  • Km 11 Rúa de Francos (Café e restaurante)
  • Km 17 O Milladoiro (Todos os serviços)
  • Km 25,2 Catedral de Santiago de Compostela (Todos os serviços)

 

Pontos de interesse:

  • Colegiada de Santa Maria de Iria Flavia
  • Santuário de A Escravitude
  • Rua de Franco
  • Santiago de Compostela

 

Alojamento:

Em Santiago de Compostela tínhamos planeado pernoitar no Albergue Blanco (15,00€). Contudo, chegamos tarde à cidade e como não tínhamos reservado, já não tivemos lugar. Acabamos por ficar numa casa particular que um senhor nos arranjou, pelo mesmo preço.

E pronto, aqui fica a rota que eu segui 🙂 Se tiverem alguma questão ou dúvida podem enviar-me mensagem pelas redes sociais ou deixar aqui mesmo, nos comentários.


1 comentário

  1. Daniela em 2 de Junho de 2021 às 22:44

    Patrícia,

    maravilhoso! Vou imprimir este teu artigo. Em julho será a minha vez e este artigo irá comigo em papel 🙂

    Muito obrigada!!!!
    Daniela

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